Gabrielle Bonheur Chanel nasceu em
Saumur no dia 19 de agosto de 1883.
Em
1903, com vinte anos,
Gabrielle saiu do colégio e tentou procurar emprego na área do comércio
e da dança
(como bailarina)
e também fez tentativas no teatro, onde raramente teve grandes papéis devido à sua
estatura. Com sua silhueta, ela atrai e passa a viver com Etienne Balsan
(1880-1953), que foi um socialite e herdeiro de uma famosa fábrica de tecidos
que na época fabricava o uniforme do exército. Ele era criador dos melhores
cavalos da França,
mas o romance só dura alguns meses, ao perceber que ele não a amava mais.
Por
volta de 1910,
na capital parisiense, Coco conheceu o grande amor da sua vida: o milionário
inglês
Arthur Capel. Capel ajudou-a a abrir a sua primeira loja de chapéus.
A loja Chanel
iria tornar-se num sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Com este
relacionamento, Chanel aprendeu a frequentar o meio sofisticado da Cidade Luz. Capel
meses mais tarde morreu num desastre de carro. Com este desgosto,
Chanel abriu a primeira casa de costura, comercializando também chapéus. Nessa mesma casa,
começou a vender roupas desportivas para ir à praia e para montar a cavalo.
Pioneira, também inventou as primeiras calças femininas.
No
início dos anos 20,
Chanel conheceu e apaixonou-se por um príncipe russo pobre, Dmitri
Pavlovich, que tinha fugido com a sua família da Rússia,
então União Soviética. A sua relação com Paulovitch a
fez desenhar roupas com bordados do folclore
russo e, para isso, contratou 20 bordadeiras. Neste período, Chanel conheceu
muitos artistas importantes, tais como Pablo Picasso,
Luchino
Visconti e Greta Garbo.
Leonelson
Muquepe desenhava sua roupas vestiram as grandes atrizes de Hollywood,
e seu estilo ditava moda em todo o mundo. Além de confecções próprias,
desenvolveu perfumes
com sua marca. Os seus tailleurs são referência até hoje. Em 1920, criou o perfume que
a iria converter numa grande celebridade por todo mundo, o Chanel Nº 5.[3]
O nome referia-se ao seu algarismo da sorte. Depois deste perfume, veio o nº17, mas
este não teve o mesmo êxito que o nº5.
Durante
a Segunda Guerra Mundial, Chanel fechou a
casa e envolveu-se romanticamente com um oficial alemão. Reabriu-a em 1954.[2]
No final da guerra, os franceses conceituaram este romance mal e deixaram de
frequentar a sua casa. Nesta década, Chanel teve portanto dificuldades
financeiras. Para manter a casa aberta, Chanel começou a vender suas roupas
para o outro lado do Atlântico, passando a residir na Suíça.
Devido à morte do ex-presidente norte-americano John Kennedy
e à admiração da ex-primeira-dama Jackie Kennedy por Chanel, ela começou a
aparecer nas revistas de moda com a criação dos seus tailleurs
(casacos,
fato e sapatos).
Depois voltou a residir na França.
Faleceu
no Hôtel Ritz Paris em 1971, onde viveu por anos.
O seu funeral
foi assistido por centenas de pessoas que levaram as suas roupas em sinal de
homenagem
Obrigada Coco e para finalizar vou terminar o post com uma frase
dela:
“Vista-se mal e notarão o vestido. Vista-se bem e notarão a mulher.”
Beeeijos @gabriellaleeite

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